sábado, 28 de maio de 2011

Folha dá exemplo de ativismo gramatical

Em meio às polêmicas em torno do respeito à norma culta, a Folha, sempre pioneira e ativa, mostra que não há mal em não respeitar as regras para o uso de pronomes oblíquos.
Tudo foi de caso pensado, pra mostrar como aqueles que se posicionaram tão radicalmente contra o livro do MEC - e que por coincidência são também leitores fiéis do arauto do jornalismo brasileiro - nem perceberiam o erro.
Afinal, a discussão era por amor à língua; jamais um factóide político.

2 comentários:

  1. Ô Seu Cloaca, você está pegando pesado com a turma dos factóides. Isto não passa de um errinho besta comparado com as "aulas" de aritmética do "professor" e "economista" Cerra.

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  2. Mr. Hell Back, você está coberto de razão. Perdoe a implicância deste diletante blogueiro.

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