quarta-feira, 6 de abril de 2011

Belo Monte . . . de merda

Não sou a favor da usina de Bolo Monte.
Pilha de comentários sobre Belo Monte

Não, depois de ter lido muito algumas coisas sobre o assunto, vejo isso como estrategicamente interessante para o Brasil.

Sem mencionar a tristeza que é ver que mais um governo se acovarda e não se faz capaz de implantar mudanças que mereçam esse nome.

Já temos autossuficiência em petróleo.

Álcool devidamente estruturado.

E um potencial incrível de energia solar e eólica.

Sem contar o mar. . .

De modo que, parece-me, Belo Monte nasce arcaica.

E há outras razões mais, que estou com preguiça de não cabem aqui dizer.

Mas é lastimável ver como a mídia (o PiG, segundo PHA) passou a divulgar o parecer da OEA sobre a construção da usina.

Mirian Leitão

Sardenberg

Willian Waack (é assim que se escreve???)

E aposto que mais do time virão.

O Reinaldinho Cabeção (segundo descrição do blog da Tia Carmela), certamente será um deles.
E aí, coerência é lucro!

Fato é que o PiG se fia tanto na decisão da OEA sobre Belo Monte e, dada sua idiossincrática memória seletiva, ao mesmo tempo, silencia sobre a decisão - da mesma organização - sobre o respeito aos direitos humanos no Brasil.

E isso é muito mais importante do que Belo Monte, diga-se de passagem, pois o Brasil, se não começar a abrir as caixas-pretas do regime militar, será considerado um país "fora-da-lei".

E isso conta mais do que ser considerado um país "poluidor", já que nenhum país desenvolvido tem moral ou mesmo interesse para falar a esse respeito.

E os magníficos noticiosos ainda aludem como problema para o Brasil o fato da "relação próxima" (sic) com o Irã.

Pois Guantanamo não existe.

Nem a Líbia.

Só falta agora um comentário da Marina Silva. Que certamente vai dizer que discutir Belo Monte é prioritário, e que decerto um plebiscito viria a calhar.

Mas esse já é outro Belo monte. . . de merda, também.

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